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Pré-candidato, Oscar Maroni oferece "vale vitalício" a Sérgio Moro no Bahamas Club

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Oscar Maroni participa do programa Pânico; veja fotos

Empresário está se lançando pré-candidato a deputado federal

Fonte: João Henrique Moreira

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Fonte: João Henrique Moreira

Empresário está se lançando pré-candidato a deputado federal

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Fonte: João Henrique Moreira

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Fonte: João Henrique Moreira

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Fonte: João Henrique Moreira

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Fonte: João Henrique Moreira

Empresário está se lançando pré-candidato a deputado federal

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Empresário está se lançando pré-candidato a deputado federal
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Anos atrás, Oscar Maroni viu uma brincadeira na web com a seguinte mensagem: "Para presidente, vote Oscar Maroni: de putaria e zona ele entende". Era uma piada em referência ao Bahamas Club, estabelecimento da capital paulista frequentado por “mulheres profissionais” do qual ele é o dono. Acontece que levou a sério. A partir daquela época, passou a se envolver mais ativamente na política até virar um figurão no meio ao organizar uma festa - com direito a cerveja de graça - no dia da prisão de Luiz Inácio Lula da Silva. Agora, filiou-se ao PROS para se lançar como pré-candidato a deputado federal nas eleições gerais deste ano. Seu número de urna terá final 69.

"Há uns tempos, um moleque publicou essa frase. Peguei o gancho e comecei a trabalhar nisso. O negócio explodiu! Aí eu fui convidado pelo presidente do PROS. O secretário dele me ligou, nós conversamos. Ele disse 'para presidente não dá, mas se quiser sair como deputado terá todo nosso apoio'. Depois da terceira ou quarta reunião, eu disse a ele 'tenho no meu computador 46 itens que considero que tem que mudar no meu país'. Não achei que iam aceitar, mas aceitaram", contou nesta sexta-feira (11) em entrevista ao Pânico.

Como inspiração nesse novo trabalho, o convidado citou quatro personalidades: o juiz Sérgio Moro, a ministra Carmen Lúcia, o procurador Deltan Dallagnol e o comentarista da Jovem Pan Marco Antônio Villa. Os dois primeiros, por sinal, apareceram recentemente em pôsteres na entrada de seu estabelecimento como forma de "homenagem".

"São quatro exemplos de brasileiros. Tenho admiração por todos. O Moro tem um vale vitalício no Bahamas Club (...). Eu não acredito em político, não acredito nas posturas de bonzinho, no 'tudo pelo social', acho um bando de cafetão de pobre. Tomam dinheiro do pobre, ficam com a maior parte e distribuem alguma coisinha. Vocês viram o discurso do Guilherme Boulos na TV? O homem parece Nossa Senhora Aparecida. Parece Marina Silva. Acredito na iniciativa privada, não no Estado", disse, já adotando tom de campanha. "Estou radical. Não acredito em picolés de chuchu. Precisamos de posturas radicais no Brasil. Ganhar na porrada. Na granada sem pino".

O radicalismo citado por ele está em algumas de suas propostas iniciais, como a implantação da pena de morte e a liberação do porte de armas no país.

"Prostituição não é e nunca foi ilegal"

Maroni foi investigado e condenado a 11 anos e 8 meses de prisão em outubro de 2011 pelos crimes de favorecimento e exploração de casa de prostituição. Na época, o Bahamas Club foi fechado. Em 2013, no entanto, a Justiça o absolveu e a casa foi reaberta. Hoje, ele não faz questão nenhuma de esconder que ela é frequentada por "mulheres profissionais". Pelo contrário: defende a unhas e dentes o trabalho, segundo ele lícito, daquelas mulheres.

"Sou dono do Bahamas com muito orgulho. A atividade ali é completamente lícita. Isso foi decidido por ministros em última instância. A prostituição não é e nunca foi ilegal no Brasil (...). Sexo é bom, saudável e gostoso. Não tenho bloqueio com sexualidade. Qual é o problema? Lá tem mocinhas que tem problema de dinheiro e 'dão', o problema é delas (...). O Edir Madedo construiu o Templo do Salomão. Eu fiz o do Vaginão. Se pagar um dízimo às moças, acontece milagre lá dentro", disparou.

De acordo com ele, as mulheres ganham mais de R$ 20 mil por mês no local. "Elas vestem Louis Vuitton. Não são como as meninas que ganham R$ 20 na estrada. A atividade é completamente lícita porque não tenho participação nenhuma no lucro", defendeu.

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