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“Essa energia linchadora contra Neymar é excesso”, afirma Clóvis de Barros

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Clóvis de Barros participa do Pânico; veja fotos

Clóvis de Barros participa do Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Clóvis de Barros participa do Pânico

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Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Clóvis de Barros participa do Pânico

Clóvis de Barros participa do Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Clóvis de Barros participa do Pânico

Clóvis de Barros participa do Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Clóvis de Barros participa do Pânico

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Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Clóvis de Barros participa do Pânico

Clóvis de Barros participa do Pânico
Clóvis de Barros participa do Pânico
Clóvis de Barros participa do Pânico
Clóvis de Barros participa do Pânico
Clóvis de Barros participa do Pânico

Em um mundo cada vez mais radical, a prática e entendimento do conceito de gentileza pode ser uma grande arma para unir as pessoas. Nesta segunda-feira (30), no Programa Pânico, o escritor Clóvis de Barros deu uma verdadeira palestra sobre a importância de ser gentil com o próximo, tema de seu novo livro, “Shinsetsu – O Poder da Gentileza”.

O jornalista e professor universitário usou como exemplo o que vem acontecendo com Neymar, duramente criticado por muitos brasileiros e outros milhares de pessoas espalhadas pelo mundo por conta de sua atuação na última Copa do Mundo. Para ele, há um excesso contra o atleta, o que acaba atraindo “energias linchadoras”.

“Será que o rapaz que coloca o cabelo do jeito que quer, dá umas exageradas, mas também apanha muito, será que isso é suficiente por uma energia linchadora? No mundo inteiro elege-se um bode expiatório, uma figura que vai aparecer para purificar o mundo. Há uma desproporção de meios. A reação e essa tortura psicológica merece uma análise de todos, é obviamente um excesso”, disse.

No nosso dia a dia já temos diversos exemplos de falta de gentileza das pessoas, como também podemos aprender com bons exemplos de pensamento coletivo em detrimento de uma vitória individual. Desde o momento em que usamos o banheiro e entregamos limpo ao próximo. Esse tipo de respeito se propaga, cada vez mais inspirando outros a contribuírem pelo bem-estar geral.

“Deveríamos aprender a ter respeito pelo outro genérico, alguém que vai chegar depois para utilizar o banheiro, sem você inutilizar as pessoas. Tem que estar o tempo inteiro vislumbrando que se você está nessa posição hoje, amanhã você pode estar na da outra pessoa”, explicou.

E onde vamos buscar essa gentileza que nos falta? A resposta é mais simples do que imaginamos: em nós mesmos.  Os humanos possuem a capacidade de se auto analisar e buscar as soluções para a melhoria.

“Eu imagino que seja o primeiro passo a certeza de que não somos movidos exclusivamente pela busca e satisfação pelos nossos desejos e prazeres. Temos a competência de pensar, diagnosticar e pensar além do melhor para si mesmo, o que é melhor para um coletivo. Temos a capacidade ainda maior de colocar a solução melhor para todos do que procurar a satisfação de nossos prazeres”, concluiu.

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