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Vanguart vê sobrevivência de bandas enquanto houver “diálogo com público”

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Vanguart no Morning Show - 14/12/2017

Vanguart vê sobrevivência de bandas enquanto houver “diálogo com público”

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Vanguart vê sobrevivência de bandas enquanto houver “diálogo com público”

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Vanguart vê sobrevivência de bandas enquanto houver “diálogo com público”

Muitas bandas de rock no atual cenário musical do Brasil têm encontrado dificuldades para sobreviver. Com o mainstream praticamente focado no sertanejo, muitos artistas precisam contar com um público fiel para se manter na ativa. No Morning Show desta quinta-feira (14), a banda Vanguart disse que continua viva por conta de seu público e que enquanto houver diálogo entre as duas partes, eles estarão sobrevivendo.

“A gente segue vivo, mas é um momento muito de público. Vejo bandas acabando, mas outras vão surgindo. Somos eternos na busca pela linguagem do público. Enquanto houver diálogo entre músico e público, nós vamos sobreviver”, disse o vocalista Helio Flanders.

No próximo sábado, a banda fará a sua última apresentação no ano, no Teatro Mars, em São Paulo. O repertório será todo em cima do mais recente disco, batizado de “Beijo Estranho”. Flanders afirma que o último trabalho do grupo formado em Cuiabá tem uma sonoridade e composições bem maduras.

“Nesse disco entendemos que num dia só passamos por tristeza, alegria, rompimento, voltas [...] a vida é isso. Poderíamos ser tudo dentro de um álbum só. Chegamos aos 30 anos e vimos que podemos amadurecer com o álbum”, comenta.

Com uma mistura de instrumentos mais eruditos como pianos e violinos, o Vanguart poderia ser considerada uma banda de MPB? Para eles, a nova música popular brasileira engloba outros gêneros, como o rap de Emicida.

“A grande resposta está no táxi. Eu falo que somos do rock, um rock MPB. Se falar de segmento, acho que estamos para o folk. A MPB hoje virou a nova música brasileira. O Emicida tem uma música que pode ser considerada, o Crioulo. A MPB é tudo isso, junta todos os gêneros”, explica.

“Acho que estar em 2017 e rotular o que é bom ou ruim não está com mais nada. O erro é falar que o que é popular é ruim. É tão difícil fazer algo bom popular, que quando rola, é bom aplaudir mesmo”, completou.

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