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Jornalista relata sensação com terremoto de alta magnitude no México

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Já são 16 mortes confirmadas e muitos outros feridos

Já são 16 mortes confirmadas e muitos outros feridos

Fonte: EFE

O jornalista Gustavo Poloni vive na Cidade do México e relatou, ao Morning Show desta sexta-feira (8) como foi a sensação de sentir o terremoto de magnitude 8.2, que deixou 16 mortos confirmados além de muitos outros feridos.

“Eu estava me preparando para dormir quando ouvi o sistema de alarme do México avisando sobre a possibilidade de um terremoto. Não me preocupei muito porque na quarta teve um alarme e não aconteceu nada”, explicou.

Poloni disse que só sentiu a força do abalo quando sentou na cama. Após isso, decidiu deixar o edifício onde vive rumo às ruas.

“Todo mundo tem um aplicativo que avisa sobre a possibilidade de um terremoto e ele avisou que seria fraco. Quando sentei na cama, senti tudo balançar e falei que hoje era mais forte. Eu e minha esposa descemos de pijama e na rua estava todo mundo falando sobre isso”, contou.

“É uma sensação esquisita. É meu primeiro terremoto. Você parece estar bêbado, é uma sensação estranha. São 16 mortos confirmados, outros dizem 25. A intensidade do terremoto é discutível”, completou.

Clima caótico nos Estados Unidos

O ouvinte do Morning Show, Gustavo Rebello, vive em Orlando e deu informações de como está o clima nos Estados Unidos. Segundo ele, a confusão tomou às ruas do estado da Flórida, com milhões de pessoas buscando refúgio.

“A situação é uma confusão, principalmente pelo efeito manda. Muita gente entrou em pânico e não tem mais água e combustível por conta do desespero das pessoas que estão se refugiando por aqui. Pessoas tem levado 17 horas para sair do sul da Flórida, numa viagem que deveria levar 6 horas. Essa gente vai chegar aqui e não tem hotel para ficar”, relatou.

Segundo o empresário, o cenário em Orlando é de um filme pós-apocalíptico.

“A cidade é universitária e a prefeitura abriu abrigos públicos. Eles estão acostumados a lidar com gente que não tem para onde correr. A melhor opção agora é ir para Atlanta. É um cenário de filme pós-apocalíptico”, concluiu.

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