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Com futuro incerto, Rafael Cortez quer colocar seu DNA humorístico na Globo

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Rafael Cortez no Morning Show - 27/10/2017

Rafael Cortez quer colocar seu DNA humorístico na Globo

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Rafael Cortez quer colocar seu DNA humorístico na Globo

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Rafael Cortez quer colocar seu DNA humorístico na Globo

Rafael Cortez ganhou holofotes na Globo após a sua participação no programa “Popstar” e vem desejando conquistar mais espaço na programação humorística da emissora carioca, faltando pouco mais de dois meses para o encerraemnto de seu contrato. Em participação no Jovem Pan Morning Show desta sexta-feira (27), o comediante revelou que percebeu que precisa fazer humor no canal após ter gravado uma participação no “Adnight Show”.

“Eu quero fazer mais coisas, isso é um fato. Posso fazer coisas que tenham mais meu DNA. Gostei de fazer o BBB, o Vídeo Show e o Popstar. Depois que gravei a participação no Adnight, percebi que preciso fazer humor na Globo. Faço humor em quase tudo, todos os meus projetos são nisso”, explica.

Cortez ressalta que é muito fã do “Tá no Ar” e da “Zorra” e que adoraria estar envolvido em algum dos projetos. No “Vídeo Show”, o também ator definiu a sua participação como “semi humor”.

“Tenho que estar num projeto de humor. Já disse isso na Globo. Eu amaria fazer o ‘Tá No Ar’. Adoraria fazer o ‘Zorra’ também. Eu faço um semi humor no ‘Vídeo Show’. O formato é familiar e ajustamos algumas piadas. Sinto falta de fazer humor de verdade”, completa.

“O Brasil precisa de um programa como o CQC”

Com a política brasileira fervendo, muita gente sente falta do programa “CQC”, que sempre estava no pé dos representantes do povo que residem em Brasília. Rafael Cortez fez parte dessa turma e acredita que é necessário ter um projeto como seu antigo emprego, que desconcerte o poder.

Mas será que os repórteres conseguiriam desempenhar o seu papel de forma segura? Para o humorista seria muito mais difícil atualmente, já que o país passa por uma polarização e extremismo de opiniões que torna a atuação jornalística perigosa.

“Eu sinto muita falta do projeto como o CQC, desconcertando o poder. Tinha que terá algo no Brasil, principalmente agora. Seria muito mais difícil gravar o CQC. Rola uma coisa maluca de direita e esquerda agora. Se você vai numa manifestação pró-Lula, os anti-Lula te agridem e o contrário a mesma coisa”, disse.


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