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Caso mais atendido por especialista em comportamento animal é ansiedade na separação

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Helena Truksa visita o Morning Show

Helena Truska falou sobre animais no Morning Show

Fonte: Amanda Garcia/Jovem Pan

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<p>Helena Truska falou sobre animais no Morning Show</p>

A bióloga Helena Truksa é especializada em comportamento animal, e conta que 90% dos casos que atende são de cães que sofrem de ansiedade de separação. Normalmente os donos desses cães são casais sem filhos e que vivem em apartamento, o que acaba gerando uma transferência das características humanas para o animal. "Isso gera um problema para ele", diz a bióloga.

Ela relata que normalmente as pessoas nem imaginam que certos comportamentos delas podem ter consequências no futuro para o animal, por isso ela orienta muita pesquisa sobre o tipo de animal e raça antes de levar o bichinho para casa. Uma raça de gatos indicada para quem gosta de ficar com ele no colo, por exemplo, é o Rag Doll, que é muito tranquila, e costuma ser usada na terapia assistida. "O paciente pode manipular o animal sem problema. Algumas raças não conseguem ficar no colo muito tempo", diz ela.

O treinamento de animais terapeutas ou o tratamento de cães e gatos com problemas de comportamento pode ser feito em qualquer momento da vida, não é necessário que ele seja filhote. "Tem condição de modificar o comportamento mesmo que esteja enraizado até praticamente o último dia dele, desde que não haja um comprometimento neurológico como da formação da memória", explica. Nos casos de demência senil, por exemplo, não é possível modificar o que já foi aprendido.

É possível iniciar o trabalho de treinamento dos animais terapeutas em qualquer idade. "Tem desde um ano de idade até dez anos e que estão começando agora", afirma Helena. Para isso, é necessário que o animal passe por um adestramento básico para que haja um maior controle dele e uma dessensibilização para que ele possa ser manuseado por muitas pessoas estranhas. "Ele não pode ter nenhum sinal de agressividade. Mesmo que ele não morda, se ele rosnar ele pode assustar o assistido e acabar com o trablho da ONG", frisa a bióloga.


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