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Bullying x brincadeira: psicanalista explica maneira simples de identificar as diferenças

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Ana Beatriz Brandão e Ana Olmos participam do Morning Show; veja fotos

Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre "bullying"

Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre "bullying"

Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre "bullying"

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Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre "bullying"

Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre "bullying"

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Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre "bullying"

Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre "bullying"
Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre "bullying"
Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre "bullying"
Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre "bullying"
Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre "bullying"
Escritora e psicanalista estiveram no programa para falar sobre "bullying"

No cinema, na música, no teatro, nos jornais, nas revistas, na internet. Seja onde for, o fato é: o bullying tem sido um dos assuntos mais debatidos nos últimos anos quando se trata de ambiente escolar. Muitas pessoas, no entanto, ainda têm dúvidas sobre o  tema. Afinal, será que todo tipo de brincadeira representa um bullying? Como identificar a diferença entre ele e uma piada despretensiosa? É isso que a doutora Ana Olmos, psicanalista especializada em neuropsicologia infantil, clareou em entrevista ao Morning Show nesta quinta-feira (22).

“O bullying foi pautado no Brasil há pouco tempo. Em outros países, como a Noruega, já no primeiro suicídio houve uma convocação de todos que resultou em uma pesquisa imensa para a criação de politicas públicas. Faz mais de 60 anos. É maravilhoso que a gente tenha começado a debater aqui também. Ainda que corramos o risco de sermos banalizados”, iniciou a médica.

“Temos que deixar claro que o bullying não é mexer com o outro pontualmente. Bullying é abuso, é um comportamento repetido que tem a intenção de ferir aquele que é abusado (…). É um processo. Um lugar. Uma condição. Não é uma coisa que aconteceu um dia da sua vida”, explicou. “Existe esse conceito clínico. Tem que ter a intenção de ferir, a intenção de ameaçar sempre, inocular medo, vergonha, tentar paralisar o outro. Agora, ele é particular. Às vezes duas crianças sentem diferente a mesma coisa. Essa é a dificuldade”.

Segundo a doutora, a família e a escola têm papéis fundamentais para ensinar as crianças a lidarem com esses casos de abuso. Se isso não for feito da maneira correta, aquele que é abusado pode ter graves sequelas psicológicas ou até mesmo, em um futuro não tão distante, passar a se identificar com o opressor e se tornar também um abusador.

“Vou dar um exemplo. Imagina uma menina que sofre agressão na perua da escola. Aí a mãe, na tentativa de resolver, compra uma caixa de bombons e pede para ela dar à abusadora como presente. O que significa? ‘Tenho medo de você’. ‘Pare de fazer isso’. Não pode. Tem que falar para a filha denunciar, tem que se defender, tem que exigir que a escola dê alguma punição”, concluiu.

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