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Ana Amélia: perto da eleição, Temer terá "mais dificuldade" para arquivar processos

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Senadora Ana Amélia visita o Morning Show; confira

Gaúcha esteve na bancada para comentar o atual cenário político brasileiro

Fonte: Jovem Pan

Gaúcha esteve na bancada para comentar o atual cenário político brasileiro

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Fonte: Jovem Pan

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Gaúcha esteve na bancada para comentar o atual cenário político brasileiro
Gaúcha esteve na bancada para comentar o atual cenário político brasileiro

Nesta quinta-feira (12), após o aparecimento de suspeitas sobre suposto envolvimento de dinheiro de propinas da JBS na reforma do imóvel de uma das filhas de Michel Temer, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) defendeu que a oposição apresente um novo pedido de impeachment do presidente. De acordo com ele, isso já seria "prova explícita" de corrupção. Nesta sexta (13), sua colega de Senado Ana Amélia Lemos (PP-RS) comentou o caso durante participação no Morning Show da Jovem Pan. Para ela, o emedebista terá cada vez mais dificuldade para se livrar de acusações como essa daqui para frente.

"O Senado só leva adiante o processo se a Câmara aprovar. Ela que dá abertura ao processo, que admite ou não. Só que penso que agora, próximo às eleições, o preço é maior. Se esse pedido de abertura do processo contra ele chegar na Câmara, ele terá mais dificuldades para vencer do que teve em outros arquivamentos. Ou então o preço para vencer será muito caro", declarou.

Ainda sobre o presidente, ressaltou que a classe política e judiciária precisam ter "a mesma régua moral" com todos os envolvidos em casos de corrupção. Inclusive com integrantes de seu partido, sigla que já teve membros alvo de investigações de caixa dois e lavagem de dinheiro.

"A regra para Lula, Palocci, Dirceu é igual para meus colegas do PP. Por sinal, eu apoiei o Aécio Neves na eleição de 2014. Quando me cobram sobre isso, lembro que fui a primeira senadora, depois que o afastaram, a subir na tribuna e dizer que estava com o STF e que ele deveria ter sido afastado mesmo. Não podemos ter dois valores para o mesmo crime. Quando saíram políticos do meu estado e do meu partido em investigações, fiz uma nota pública dizendo que deveriam pagar. Não tenho compromisso com o erro de ninguém. A justiça está aí para isso", afirmou.

Já que citou Luiz Inácio Lula da Silva, a convidada, crítica assídua do PT, foi questionada mais uma vez sobre seu processo. Ela defendeu a prisão não só dele, mas de todos os condenados em segunda instância, e revelou certa decepção com o ex-presidente petista.

"Eu acreditei nele. Acredite sinceramente que ele poderia mudar a cultura política brasileira. Acreditei na 'pregração' que ele fez. A partir dos episódios do Mensalão, as coisas ficaram embaixo do tapete. As execuções e os julgamentos. Depois veio o Petrolão. Tudo me deu uma frustração enorme com a área política, sobretudo com uma pessoa icônica. Ele era uma liderança que não tinha o direito de errar. Se tem alguma liderança política no século 21 que teve a capacidade de mudar, ela foi o Lula e o partido dele. Mas mergulharam no que não queríamos. Por isso a prisão dele é emblemática",  concluiu. 

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